
O secretário de Logística e Transporte do Estado, Saulo de Castro Abreu, viaja a Washington (EUA) neste mês para buscar, junto ao Banco Mundial, linhas de financiamento para a Rodovia dos Tamoios.O Estado estuda a possibilidade de assumir integralmente os custos da duplicação da via, estimados em R$ 4,9 bilhões -- incluídos os contornos viários e o trecho da serra.“No banco (Mundial), você apresenta o projeto, pleitos, e o banco devolve, dizendo se interessa ou não a partir de várias outras questões, como geração de emprego e renda, indicadores que serão melhorados na região, aspectos sociais”, afirmou Abreu.Ao anunciar a obra, em junho de 2011, a proposta do Estado era dividir o valor da obra com uma concessionária por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada), que poderia recuperar o investimento explorando comercialmente a viacompraças de pedágios.Entretanto, a carga tributária aplicada pelo governo federal em investimentos por meio de PPP fez o governo recuar. “Fizemos consulta formal dessa questão junto ao governo federal”, disse Abreu, que aguarda retorno.Pedágios. Se o Estado assuma todos os custos da duplicação, a Nova Tamoios pode não contar com pedágios. “Só vai ser discutido pedágio na hipótesede PPP. (Se o Estado financiar), pode ter, pode não ter”, afirmou o governador Geraldo Alckmin, ontem.
Fonte: Jornal O Vale
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